Escrever sobre coisas importantes não faz das palavras realidade; Escrever sobre coisas insignificantes não faz do mundo um lugar melhor...
Escrever é apenas escrever, juntar palavras e formar frases com sentido, gramaticalmente correctas e totalmente desprovidas de qualquer sentido real ou imaginário, mas ESCREVER faz de mim uma pessoa, faz de mim alguém com um lugar definido num mundo apertado e com falta de espaço; Faz de mim o que sou.
Não sou escritora, não conto histórias, não imagino mundos de contos de fadas cheios de felicidade para todo o sempre, sou uma folha. Comecei como uma folha branca, imaculada, pequena, frágil, uma folha tão ou tão pouco perfeita que não atraía a atenção de uma unica pessoa. Aí veio o tempo... passaranm dias e meses e anos, que pareceram séculos, e a folha cresceu. Tornou-se num ente sujo de pedaços de tinta e rabiscos sem significado, uma amálgama de espaços corrompidos por um vento quente e cruel que vinha de Norte.
Era eu essa folha, apesar de não me reconhecer naquilo que me marcava e parecia não desaparecer, era eu.
Queria rasgar-me, queimar-me, reduzir-me a cinzas e renascer delas como uma fénix, imaculada de novo, imune aos meus próprios erros e conclusões falhadas numa vida pequena mas sentida...real.
Escrever é apenas escrever, juntar palavras e formar frases com sentido, gramaticalmente correctas e totalmente desprovidas de qualquer sentido real ou imaginário, mas ESCREVER faz de mim uma pessoa, faz de mim alguém com um lugar definido num mundo apertado e com falta de espaço; Faz de mim o que sou.
Não sou escritora, não conto histórias, não imagino mundos de contos de fadas cheios de felicidade para todo o sempre, sou uma folha. Comecei como uma folha branca, imaculada, pequena, frágil, uma folha tão ou tão pouco perfeita que não atraía a atenção de uma unica pessoa. Aí veio o tempo... passaranm dias e meses e anos, que pareceram séculos, e a folha cresceu. Tornou-se num ente sujo de pedaços de tinta e rabiscos sem significado, uma amálgama de espaços corrompidos por um vento quente e cruel que vinha de Norte.
Era eu essa folha, apesar de não me reconhecer naquilo que me marcava e parecia não desaparecer, era eu.
Queria rasgar-me, queimar-me, reduzir-me a cinzas e renascer delas como uma fénix, imaculada de novo, imune aos meus próprios erros e conclusões falhadas numa vida pequena mas sentida...real.
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